Arquivado em la Categoría » Artesanato em cerâmica «

segunda-feira, outubro 25th, 2010 | Author:

Cestos em cerâmica

Desde os meados dos anos 30 produziram-se em Vallauris estes cestos em cerâmica entrançada. As de Jérôme Massier são geralmente realizadas a partir de pombos entrelaçados lisos e achatados. Encontram-se igualmente modelos torcidos, mais tardios. Col. Alice Ceccaldi.
Cérart, Cerdazur no Mônaco popularizaram estas decorações floridas ao «sgrafitto» com predominância turquesa em fundo preto ou branco. Vallauris adoptou-as, muitas vezes de maneira anônima. 0 cachimbo com o seu fundo martelado com forma de chave é clássico de Ribero, o jarro com asas torcidas está assinado JTF, o de asas lisas MT e o pequeno C. Lamarche. Col. Galerie Kitsch.

Compartilhe no:
  • Orkut
domingo, outubro 24th, 2010 | Author:

Vasos de ceramica

O fim do séc. XIX conheceu uma verdadeira admiração pelas cerâmicas com refelxos metálicos. Em Vallauris, os Massier tiveram uma grande fama com as suas coberturas irisadas. De Clément Massier, jarro com decoração vegetal com notáveis reflexos verdes, azuis e púrpura. Por volta de 1895-1905. Col. CHâteau-museu de Vallauris.
Estas formas abstractas que parecem evocar Klee, de grafismo ligeiro, simplesmente traçado com esmalte branco, pondo a terra a nu, são características da arte de Juliette Rivier. Col. Galerie Louvre-Victoire.

Compartilhe no:
  • Orkut
sábado, outubro 23rd, 2010 | Author:

Tecnicas de ceramica

O PRÓ E 0 CONTRA, MAS SEMPRE A CRIAÇÃO!
Nos ceramistas tradicionais, a imaginação mais desenfreada reinava. Era necessário inventar para seduzir os turistas e produzir sempre mais para ter preços compatíveis com esta nova multidão de veraneantes de assalariados. A descoberta de novos esmaltes químicos permitia obter cores vivas, como amarelo limão, verde maçã, vermelho sangue. Vallauristorna-secolorida. Peixes, caravelas, ânforas, conchas, moluscos acolhendo um presépio testemunham esta nova forma de arte popular! A seguir, encontramos esmaltes «Vesúvio», cuja superfície estalada evoca o efervescer da lava, depois as cerâmicas manchadas que perduram até aos anos 80. Toda esta produção em massa é oferecida nas prateleiras das lojas sem grandes preocupações de imagens de marca, pois todos copiavam todos e bastava que um artesão criasse um modelo para o vizinho fazer o mesmo modelo. Nos anos 50, as cerâmicas floridas do Mônaco tiveram um certo sucesso enquanto que Vallauris dedicou-se ao «sgrafitto». A decoração floral era gravada e realçada com cores. Certos ateliers tornaram-se famosos. Lamarche produz excepcionais terrinas, outros como Ribero inventa os fundos martelados…
Todas estas obras, produzidas em milhares de exemplares, opõem-se àquelas dos ceramistas que produzem séries limitadas, ainda que dirijam por vezes verdadeiros ateliers. Na realidade, os amadores de hoje não os olham da mesma maneira.

Compartilhe no:
  • Orkut
sexta-feira, outubro 22nd, 2010 | Author:

artefatos cerâmicos

Vallauris parece conhecer entre as duas guerras um período de declínio. Substituída pelo metal, a cerâmica culinária cai. Fala-se agora de cerâmica higiênica. Várias marcas são registadas a partir de 1925: Vallaurite, Vald’Or, VatAuror. A cerâmica decorativa renova lentamente a sua gama e no início dos anos 30, sem dúvida, para imitar as cerâmicas de Aubagne, aparece a famosa decoração de cegonha num fundo amarelo de ouro e depois os objectos de pombos entrelaçados. Para aumentar a produção e baixar o custo, assiste-se ao aparecimento das decorações de Ripolin: cerâmicas simplesmente pintadas, com freqüência ornamentadas com motivos florais, mimosas ou jasmins. Foi com este procedimento pouco ortodoxo que fazia explodir de raiva os «verdadeiros» ceramistas, que Louis Girard propôs, nos meados dos anos 30, decorações geométricas abstractas, primeira aproximação de uma renovação artística. Desde o final dos anos 30, durante a guerra e logo após, instalam-se em Vallauris «artistas» vindos de várias regiões. São na sua maior parte jovens saídos das escolas de belas-artes que vêm aprender em Vallauris os rudimentos da cerâmica e abrem alguns anos mais tarde o seu próprio atelier. Assim criaram Suzanne e Georges Ramié o atelier Madoura…

Compartilhe no:
  • Orkut
quinta-feira, outubro 21st, 2010 | Author:

Faixas ceramicas decorativas

ARTISTAS QUE SUBLIMARAM A CERÂMICA.
Todos quantos já lá estavam ou os que acabavam de se instalar viram na chegada de Picasso uma formidável sopro de criação. Outros artistas de grande renome tentaram igualmente a cerâmica: Chagall, Matisse… Laços de amizade se teceram. Picasso, cidadão de honra da cidade, estava em todas as festas. Vêmo-lo em antigas fotos passeando-se, por exemplo, no carro de Valentino, um velho Renault de antes da guerra… Todavia, nem tudo eram rosas na terra dos 100 ceramistas. Os antigos, os que trabalhavam nos ateliers tradicionais, não se mostravam muito entusiastas quanto à obra destes criadores. Picasso à frente de todos. Muitos dos antigos viam neles intelectuais inexperientes e formaram-se então dois clans, sem contado entre eles, os locais e os importados!

Compartilhe no:
  • Orkut
quarta-feira, outubro 20th, 2010 | Author:

Cerâmicas decorativas

TRÊS ARTISTAS VAO REVOLUCIONAR AS COISAS.
Desde os meados do séc. XIX, enquanto a Cote d’Azur se torna o lugar deférias de Inverno de estrangeiros endinheirados, começa-se a produzir em Vallauris cerâmicas puramente decorativas. Oriundos de uma família’ de ceramistas, dois irmãos, Delphin (1844-1907) e Clément (1850-1911) Massier, filhos de Jacques Massiere o seu primo Jérome Massier (1850-1916) vãotransformaros hábitos da pequena aldeia. Beneficiando da chegada do caminho de ferra a Nice (e a Golfe-Juan em 1862), eles dão ao seu empreendimento uma dimensão colossal e atriem para os seusateliers todas as festas das coroas européias, hóspedes privilegiados da Riviera. As exposições universais, nas quais participam, e onde são premiados, contribuem para a sua fama. Elogiam-se os seus esmaltes turqueza, o azul pavão, o verde jade com que eles cobrem as peças… Sempre desejosos de novidades, os Massier conseguem esmaltes com reflexos metálicos. Os de Clément são os mais conhecidos. Paralelamente, criam cerâmicas mais naturalistas, potes, taças em forma de flor, cisnes, papagaios. Os de Delphin são particularmente notáveis.

Compartilhe no:
  • Orkut
segunda-feira, agosto 16th, 2010 | Author:

Fazer vaso de cerâmica

“Beleza é uma questão de bom gosto, paciência e simplicidade. O simples é muito mais bonito.”
MATERIAL
• vaso de barro
• Cimentcola
• cimento branco
• pó xadrez amarelo água
• martelo
• pastilhas de cerâmica
• sobra de tecido
• espátula
Passo-a-passo:
1 e 2. Disponha as pastilhas de cerâmica com o lado vitrificado para baixo, cubra-as com um pano qualquer e quebre-as com o martelo.
3. Com os caquinhos, monte o desenho desejado. Aqui, uma flor com o miolo laranja, as pétalas azuis e as folhas verdes.
4. Misture Cimentcola
e água, até obter uma massa consistente que não escorra quando aplicada no vaso.
5. Com uma espátula pequena, espalhe um pouco do cimento preparado acima na área
a ser trabalhada sobre o vaso. Como esse produto é rapidamente absorvido pelo barro do vaso, espalhe a mistura pouco a pouco. Assim, ela estará na textura certa para receber os caquinhos.
6. Cole as pecinhas uma a uma, trabalhando por áreas. Nesse caso, a parte da frente do vaso.
7. Transporte a flor de caquinhos já montada para
a área escolhida e já revestida de cimento do vasinho. Repita a operação até montar todo o trabalho. Espere secar por mais ou menos 6 horas.
8. Com a espátula pequena, raspe o excesso de cimento.
9. 10 e 11. Faça uma mistura com cimento branco, pó xadrez amarelo e água, até chegar
ao ponto de um míngau ralo.
12. Para fazer o rejunte colorido, aplique o mingau preparado acima entre as pastilhas com o auxílio da espátula. Espere secar por alguns minutos.
13 e 14. Retire todos os excessos do vaso com um pano limpo umedecido.

Compartilhe no:
  • Orkut
domingo, agosto 15th, 2010 | Author:

Material para cerâmica artística

Percorrendo as lojas de material de construção, Cecília acabou fazendo outra descoberta, os cemitérios de azulejos, onde é possível comprar pequenas quantidades de cada item. “Você pode comprar por quilo ou por peça, ou seja, não precisa estocar nem investir mais que o necessário. Com 10 reais, por exemplo, compro dois ou três azulejos de demolição, o suficiente para montar os detalhes coloridos do mosaico. Para complementar, uso azulejos comuns, comprados por metro c mais baratos.” (Confira no passo-a-passo ao lado.) A outra vantagem, diz Cecília, é a possibilidade de trabalhar em qualquer lugar da casa.
“Não é preciso ter muito espaço nem condições especiais para criar os seus mosaicos. Nesse jogo vale tudo: em pé, na pia ou sentada à mesa, a diversão é a garantia.” Basta reunir o material necessário por perto (Cimcntcola, pó xadrez c porções variadas de ladrilho coloridos e brancos) e usar a imaginação. Ah. não se esqueça de convidar as crianças. “Elas vão adorar esse quebra-cabeça.” Cecília vende vasos de vários tamanhos c formas; os preços variam de 30 a 50 reais.

Compartilhe no:
  • Orkut
sábado, agosto 14th, 2010 | Author:

Vasos de cerâmica

Agora, com os filhos crescidos – Veridiana, de 19 anos, e Marcelo, de 17 -, Cecília acaba de se mudar com a família para uma casa ampla, em São Paulo, onde pretende instalar seu próprio forno. Mas. antes disso, descobriu outra brincadeira, o mosaico. Ela conta que tudo começou com as pastilhas que sobraram da reforma dos banheiros. “Fui separando os montes pelas cores e, seguindo um desenho montado num plano, ia colando os caquinhos em vasos. A graça está cm transformar as sobras em coisas novas.”
Depois das primeiras experiências, os ladrilhos  e as pastilhas começaram a acabar, mas o gosto pela novidade não.

Compartilhe no:
  • Orkut
sexta-feira, agosto 13th, 2010 | Author:

Objetos de decoração em cerâmica

Mãos de fada.
Cerâmica é o hobby de Cecília Azevedo Nadruz. Mosaico, uma bela variante de seus caminhos pelo universo do artesanato.
Com papel e lápis de cor na mão, Cecília sempre gostou de soltar a imaginação para brincar de pintar o mundo com as formas e as cores ditadas pelos sonhos. Isso desde pequena. O fascínio pelas formas e cores acompanhou a trajetória da garotinha que mais tarde foi estudar assistência social, casou e teve dois filhos. De quatro anos para cá, Cecília Azevedo Nadruz incorporou outro hobby à sua vida: a cerâmica. Literalmente, botou a mão na massa e criou uma série de objetos de decoração e utilitários -jarros, chaleiras, pratos. Fez um ano de curso de torno e dois de modelagem. Na época, diz ela, “como a gente morava num apartamento pequeno, minha maior dificuldade era o fomo, já que ninguém gosta de emprestar nem de alugar o seu. porque, para queimar uma peça, às vezes a gente compromete todas as outras”.

Compartilhe no:
  • Orkut